A REVOLUÇÃO DO BEM-ESTAR

POR QUE SOFREMOS NAS ORGANIZAÇÕES ?  Este é o título do nosso próximo livro. Nos escaparates a partir de Março de 2018.

Cada espécie coopera, associando-se em torno da resolução de problemas comuns, orientando-se para a sua própria natureza : o bem-estar da comunidade. Não estando, portanto, dependente de condições de domínio do mais forte sobre o outro para sobreviver. Tais condições poder-se-ão observar apenas  em situações, absolutamente, excepcionais.  Esta é a mais evidente lei do bem-estar, dentro e fora das organizações: cooperação. Onde não houver cooperação há sofrimento.

A  etimologia da palavra  cooperação remete-nos para o prefixo  “co” que quer dizer conjunto. Já “operação” vem do latim “operatione”. Daqui poderemos perceber a ideia de ação em conjunto. Por esta razão não haverá discussão construtiva, conversa, negociação,..., sem espírito de cooperação. Só deste modo estaremos a aprender mutuamente. Até nos livros compreendemos o que isso quer dizer. Aprendemos todos juntos. A realização do homem civilizado, culto, independentemente do ponto do globo onde se encontre, exige espírito de cooperação. Isto, faz-nos perceber que a vida humana, a evolução de todas as espécies, depende disso mesmo: cooperação. Não do mais forte ou do  que melhor se adapta ao meio. Nem da aprovação divina. Por seu turno, a palavra “escola” tem a sua origem na Grécia antiga: “skhole”. Mais tarde o Latim fez dela “schola”, tendo chegado enfim até aos nossos dias.  Nos três momentos se lhe consagra a ideia de debate. Mas, pasmem-se. Escola  também significava  “folga ou ócio”, ou seja lazer e bem-estar. Onde terá sido que nos perdemos? Onde está essa escola do bem-estar e do debate? Por que seria diferente nas organizações, nas escolas, nas comunidades? Onde não houver espírito de cooperação não há aprendisagem. E com isso o sofrimento instala-se dentro das organizações.

Bem-estar é uma palavra composta por bem, cuja origem é bónus, implicando alta intensidade. E, estar é existir, viver. Já a  carga negativa da palavra trabalho vem de  tempos imemoriais. Trabalho tem como origem no latim a palavra tripalium, designando o instrumento de tortura usado para controlar os escravos, isto no tempo dos romanos. Assim, a concepção de trabalho veio-se a revelar algo  "doloroso". Mas não tem de ser assim, acredito.

Aceitar este desafio torna-se, nos dias de hoje, essencial. Só isso dará sentido ao tempo passado no trabalho.  Este é o tema central desta nova obra muito em breve à venda. Esteja atento.

Para contactar com o autor PAULO VIEIRA DE CASTRO  : geral@paulovieiradecastro.pt 

Já à venda nas livrarias e online

Este livro apresenta-nos o medo como o mais voraz dos afectos de uma mente indisciplinada. A mais imprudente de todas as paixões. O objectivo da obra é o de levar o leitor de volta à dimensão mais prática da existência humana face ao sofrimento e ao medo. A “Civilização do Medo”, apesar de ser uma obra da coleção “Gestão e Sucesso”, rapidamente se tornou num livro inqualificável. Por isso mesmo ele poderá ser encontrado nas prateleiras das livrarias em áreas tão estimulantes quanto a ideologia, a política, a história, a educação, o desenvolvimento pessoal,..., as ciências sociais, etc. Isso é extremamente reconfortante para um autor que pretendeu escrever sobre o medo em múltiplas perspectivas e cenários.

Muitos perguntarão: o que alimenta o medo? A ignorância! A inversa também é verdadeira. Não há nada mais contagioso que o medo e a ignorância. É difícil saber qual destas palavras terá surgido primeiro. Ambas andam, na atualidade, de mãos dadas.  Porém nem sempre foi assim, creio. Não admira, portanto, que o homem seja o único ser de todo o planeta amedrontado face  á sua própria existência.

Por outro lado, todos nascemos de relações optimistas, amorosas... O mesmo acontece com as organizações.  Quando partirmos de tais sentimentos o medo desaparece.   

Para saber mais ler: 

http://www.novoslivros.pt/2017/08/paulo-vieira-de-castro-civilizacao-do.html                                     

 Para comprar:  

https://castordepapel.pt/pt/produto/52-a-civilizacao-do-medo 

Para contactar com o autor PAULO VIEIRA DE CASTRO  : geral@paulovieiradecastro.pt 

Ser Criativo

Agostinho da Silva fez o elogio fundamental do ser humano desafiando-nos perante a sua ideia maior,  “o homem não nasce para trabalhar, nasce para criar”. E , isso não tem qualquer relação com o numero de horas de trabalho, acredito. Nos nossos dias, o psicólogo Contardo Calligaris defende, ainda a este propósito,  que o ser humano deveria procurar tornar  interessante o seu dia a dia, nunca a felicidade. Mais, para ele - esta última - é “uma ilusão mercadológica”. Talvez por isso reitere  “Nós temos um ideal de felicidade um pouco ridículo”. Afirmando, ainda, a intuito do tempo passado no trabalho que o “ que a gente pode estudar são as condições do bem-estar. A sensação de competência no exercício do trabalho, já se sabe, é a maior fonte de bem-estar, mais que a remuneração”. Assim, no imediato, defendemos a necessidade de transformar os locais de trabalho em espaços de bem-estar produtivo. 

Para iniciar a mudança nas organizações apenas teremos de colocar a mais simples das perguntas. Qual é o orçamento dedicado ao bem-estar no próximo plano anual da sua empresa/escola? Enquanto não for capaz de responder a esta  questão não estará no caminho do bem-estar; certamente...

Consulte o ficheiro em pdf sobre Criatividade e Bem-estar:

Tecnologias de Bem-estar

 

Gerir a energia dos nossos recursos humanos em ciclos de produção leva-nos a pensar que trabalhar 12 , 8 ou 6 horas é – afinal - uma falsa questão. Na realidade as pessoas não são máquinas, não funcionam por isso com base num tempo cronológico. Ao contrário, atuamos mais ou menos eficazmente por ciclos energéticos. E, cada um de nós tem o seu. Isso todos o compreendemos. Por que seria diferente com a criatividade?

Assim, quando pensamos na gestão de pessoas é fundamental perceber que o foco não deve estar no “tempo produtivo”  mas sim na “energia produtiva”. Logo, as organizações deverão estar habilitadas para consolidar a energia humana, em especial quando lidamos com as dimensões criativas, intuitivas, emocionais, empáticas, etc. Cada vez mais é  disto que dependemos quando pensamos em produtividade humana, consequentemente em R.H e em bem-estar nas organizações. Para que possamos auditar e promover essa condição anímica  existem as  tecnologias de suporte ao bem-estar nas organizações ( vide na secção de Serviços deste sítio:  I-ACT ( Institute of Applied Consciousness Technologies-USA ) ) .

Consulte aqui o ficheiro em pdf sobre Tecnologias Transformativas em ambiente organizacional:

Exercício Prático

Para minimizar o sofrimento nas organizações temos várias propostas. Uma delas  são as cartas de gratidão ou de perdão. Escolha uma data significativa para o fazer. Um aniversário, uma época festiva,... Estas cartas  são instrumentos de transformação por excelência. Quem as escreve ganha em autenticidade. Estas cartas poderão ser assinadas ou não. A reter, ainda, esta é uma prática que permite compreender de forma intima que nada é permanente. Perceber isto é fundamental para as equipas.

Estar grato, expressando-o,  permite-nos perceber na primeira pessoa a energia que daí vem. Por exemplo, a mesquinhez e o stress deixam de ter lugar nas nossas vidas quando nos colocamos num nível de pensamento mais nobre. Assim trabalhamos a confiança, a atenção ao próximo e os nossos próprios valores. As cartas de gratidão, as cartas de perdão, o storytelling, de entre outros processos de libertação, ajudam à prática da autenticidade. 

A experiência da gratidão é essencialmente uma prática de conciliação. Nas organizações este é um tópico incontornável. Ao contrario do que muitos possam  pensar, não há espaço comum onde se criem mais conflitos. Através deste exercício poderemos libertar-nos de culpas, de crenças limitantes, da mágoa mais profunda, do sofrimento, etc. No mínimo ela, a gratidão, é a chave para a resolução de  toda e qualquer dúvida.

Chamamos a vossa atenção para o facto desta ser uma prática que deve ser operacionalizada por alguém externo á organização. Concluindo, o melhor método para eliminar o sofrimento é a gratidão e nós podemos ajudar.

Para mais informação contacte : sonia@samuraimentaltraining.pt